quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O teu Reino por um dióspiro

Não faço ideia se nesse reinado apreciam dióspiros. Provavelmente farão parte da grande maioria que não lhes vê grande interesse. É uma das frutas de Outono que me faz subir à árvore e que me leva à triste figura de apanhar com os dióspiros mais maduros em cima da cabeça.
Lembro-me perfeitamente daquela impaciência própria da infância, que me levava a comê-los ainda meio-verdes, e de acabar com a língua-traçada devido ao travo adstringente que estes dióspiros têm quando ainda não estão bem maduros. Valia bem a pena e era uma risota deitar a língua de fora e vê-la bem laranjinha :)
Hoje, controlo-me e aguardo, pacientemente, que alguns descansem na fruteira até estarem no ponto! Mas aqueles, de um laranja vivo e hipnotizante, saltam-me para a mão e são devorados à colherada dentro de uma tigela. Quando vejo que a gula já é demasiada, guardo a polpa madura no frigorífico e uso-a numa sobremesa. Neste caso foi para um bolo.
Se não gostam de dióspiros isso não interessa nada, porque o bolo não sabe ao fruto. Segundo um amigo, ele sabe a Natal da Alemanha :) Poderia eu pedir algo melhor que isto para dar os parabéns ao blog da Sofia? Óbvio que não! São dióspiros coroas-de-rei que eu ofereço ao No Reino da Prússia, em forma de bolo e com o sabor reinante do Natal.

Bolo de dióspiro e especiarias (do blog What's for lunch, Honey?)

4-6 dióspiros maduros, pelados e em puré (cerca de 2 chávenas)
2 colheres (chá) de fermento
1 colher (chá) de bicarbonato
115 g de manteiga
200 g de açúcar amarelo
350 g de farinha
1 ovo
1 colher (chá) de canela moída
1/2 colher (chá) de cravinho moído
1/2 colher (chá) de noz-moscada moída
60 g de nozes ou pecãs aos pedacinhos (usei pecãs)

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Junte o bicarbonato ao puré de dióspiro (o dióspiro ficará com uma aparência mais sólida, mas é normal).
Numa tigela, misture a manteiga e o açúcar, batendo até ficar cremoso. Junte o puré de dióspiro e o ovo, batendo até ficar homogéneo. Usando uma espátula de borracha, junte os ingredientes secos restantes. Misture bem e junte as nozes partidas.
Coloque a massa na forma untada e enfarinhada, nivelando a superfície. Leve ao forno por 40-50 minutos ou até que um palito saia limpo. Retire e deixe arrefecer. Salpique com açúcar em pó e sirva.

Notas:
O dióspiro dá uma consistência húmida à massa. Se quiserem podem passar a polpa pela varinha mágica ou liquidificadora. Os dióspiros que eu usei estavam muito maduros, retirei a polpa e usei sem a desfazer.
Tal como a autora diz, o bolo fica melhor no dia seguinte porque os sabores vão-se harmonizar à medida que o tempo passa.
Só agora, ao ler novamente a receita é que reparei que a blogueira vive na Alemanha :) O meu amigo viveu na Alemanha e, por isso, disse que o bolo lhe fez lembrar o Natal de lá. Coincidências!

Sofia, o teu Reino por um dióspiro? Ou é uma troca injusta? ;)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Legumes gratinados

Vou remando contra a maré. Hoje de manhã a minha mãe gritou que era dia mundial da massa. Mas não gritou para mim, o Matias é que a estava a ouvir - como se lhe fizesse muita diferença - Royal Canin será sempre Royal Canin e parece-me que lhe agrada mais que massa :)
A minha mãe não pega em livros de culinária, nunca os seguiu. Aprendeu a cozinhar com a mãe dela, e por tentativa e erro, é verdade que cozinha muito bem, embora não saia muito da cozinha tradicional portuguesa. Mas para comer está ela pronta e experimenta tudo que é diferente, embora não se atreva a fazer. Para isso estou cá eu. Ela sofre do mal de, às vezes, não saber o que fazer na refeição seguinte. Hoje, ouvindo a palavra "massa", decidiu que era isso que íamos almoçar. Cá em casa tanto cozinho eu como ela, hoje é a vez dela e até gostamos todos de massa, mas não me importava de ter estes legumes à frente outra vez.
Muitos blogs terão a oferecer muitas receitas de massa hoje, com certeza que serão deliciosas, mas eu ofereço-vos legumes gratinados... só porque me apetece rumar contra a maré :)

Ingredientes:
2 cenouras
1 dl de azeite
2 dentes de alho
1 courgette
1 beringela (não tinha, usei brócolos)
1 pimento pequeno-verde (não usei)
1 pimento vermelho
200 g de milho
100 g de cogumelos laminados
100 g de queijo ralado
sal e pimenta q.b.

Preparação:

1. Comece por cortar as cenouras em rodelas e coza-as em água temperada de sal. Escorra.
2. Leve uma frigideira ao lume com o azeite, os alhos, as courgettes, as beringelas e os pimentos cortados em tiras finas. Depois, junte as cenouras, o milho e por fim os cogumelos.
3. Tempere e cozinhe até que fiquem macios. Transfira para um recipiente refractário e polvilhe com queijo; leve ao forno, à temperatura de 200ºC até gratinar e sirva.

Notas:
Cozi as cenouras e os brócolos juntamente, mas não convém deixá-los cozer muito já que vão à frigideira e, posteriormente, ao forno.
A receita foi retirada da colecção "Alimentos com história" Vol. 3.
É uma receita simples mas com um resultado delicioso, para repetir incessantemente com os legumes da época :)

Boa semana a todos e obrigada pelas visitas!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Pudim pegajoso de pêra

Nem sempre é fácil fazer a tradução do nome de uma receita. "Sticky pear pudding" remeteu-me a várias possíveis traduções como: pudim pegajoso de pêra, pudim aderente de pêra, pudim húmido de pêra, e eu cheguei à conclusão que ele é três em um, porque é húmido e adere ou pega-se a nós de tal forma que é impossível esquecermo-nos dele :)
Além do mais, vem do livro "The chocolate and coffee bible" que, por si só, já é sinónimo de resultado delicioso, quer seja pegajoso ou não. Resta-me dizer que ele não é bem um pudim, pelo menos não é daqueles pudins que estamos habituados a comer; mas também não é um bolo, digamos que é something in between. Com tanta indecisão de nome e de categoria, de uma coisa eu tenho certeza: é a cara do Outono ;)

Ingredientes:
30 ml de café moído, por exemplo: aromatizado de avelã (usei café sem aromatizante)
15 ml de água a ferver
50 g de avelãs torradas peladas (usei amêndoa)
4 pêras maduras (usar as mais pequeninas)
sumo de 1/2 laranja
115 g de manteiga amolecida
115 g de açúcar amarelo, mais 1 colher (sopa) para polvilhar
2 ovos, batidos
50 g de farinha para bolos, peneirada
uma pitada de cravinho da índia moído
8 cravinhos da índia (opcional)
45 ml de maple syrup/xarope de ácer

Preparação:
1- Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte uma forma de 20 cm. Coloque o café moído numa chávena e deite a água a ferver por cima. Deixe em infusão por 4 minutos e depois coe (usei café de dissolver, não é preciso coar).
2- Moa as avelãs no moínho do café até ficarem quase em pó. Descasque e descaroce as pêras. Fatie finamente as metades mas sem as cortar totalmente, de modo a que a metade da pêra permaneça inteira, tal como eu apresento na foto acima. Salpique-as com o sumo de laranja.
3- Bata a manteiga com as 115 g de açúcar até obter uma mistura fofa e leve. Gradualmente junte os ovos e envolva a farinha, o cravinho moído, avelãs e o café. Deite na forma e nivele a superfície da massa.
4- Seque as pêras em papel de cozinha e coloque-as em círculo sobre a massa pressionando ligeiramente.
5- Enfie 2 cravinhos da índia em cada metade de pêra, se usar (não pus). Pincele as pêras com os 15 ml de xarope de ácer.
6- Polvilhe as pêras com a colher (sopa) de açúcar. Leve ao forno por 45-50 minutos ou até estar firme.
7- Deixe o bolo arrefecer na forma 10 minutos, depois remova e coloque-o num prato de servir. Pincele novamente com mais um pouco de xarope de ácer antes de servir.

Notas:
O bolo/pudim fica meio caramelizado e, por isso, aconselham a servir morno. No entanto, eu gostei muito dele frio. É pequeno mas perfeito para acompanhar um café a meio da tarde ou mesmo após o almoço.
Com o bolo vem um creme de laranja para acompanhar, que eu não fiz porque não sou fã de natas. Se alguém quiser a receita, envie um e-mail que eu traduzo e passo.

Continuação de boa semana!

sábado, 16 de outubro de 2010

Pão para anunciação

Dia do pão é todos os dias, pelo menos aqui em casa :) Hoje, como há mais de 2000 anos atrás, o pão continua a ser O alimento!

Fiz uma pesquisa acerca do que seria a anunciação e descobri que foi a altura em que o anjo Gabriel apareceu a Maria, mãe de Jesus, para lhe anunciar que carregaria no ventre o filho de Deus. No entanto, não existe referência bíblica a algum pão que tenha sido comido nessa altura, provavelmente, como em tantas outras coisas, a origem será pagã e não vou discutir religião no blog.
De modo que, este é o pão da anunciação acerca da minha participação neste grande evento que pretende chamar a atenção para tão completo alimento, o pão :)
Vi a receita há muito tempo no blog búlgaro Salted Lemons e achei-o lindo. Eu consegui essa estranha proeza de conseguir um pão igualzinho, embora as fotografias da blogueira búlgara estejam bem mais nítidas. Que se lixe, o que importa é comer!

Ingredientes:
500 gramas de farinha (usei 400 gr de farinha 65 e 100 gr de farinha integral)
200-220 ml de água morna
1 pacote de fermento - 7gr (usei 18 gr de fermento de padeiro)
2 ovos
50 ml de azeite (usei azeite clássico Espiga)
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de açúcar
sementes de nigella para polvilhar

Preparação na MFP:
1- Dissolver o fermento fresco na água morna, colocar na cuba e adicionar o açúcar. Peneirar a farinha e o sal e deitá-la sobre a água. Ligue a MFP no programa "massa" e vá adicionando os ovos até terem sido absorvidos. Depois junte o azeite (só usei cerca de 30 ml), feche a tampa da MFP e deixe o programa terminar.
2-Retire a massa e trabalhe-a dando-lhe uma forma achatada. Transfira-a para uma forma de 26 cm de diâmetro (usei uma forma de aro removível) e leve ao forno pré-aquecido a 50ºC (desligado antes de meter a forma lá dentro) até a massa crescer novamente. Retire e ligue o forno a 220ºC. Faça buracos fundos na massa usando o cabo de uma faca, espalhe o resto do azeite misturado com um pouco de água e salpique as sementes de nigella. Leve ao forno por 20 minutos até estar com a côdea dourada.

Preparação manual:
Peneire a farinha para uma tigela, junte-lhe o fermento (se usar fresco dissolva na água morna), sal, açúcar, água e comece a trabalhar a massa. Adicione os ovos e, depois de absorvidos, comece a juntar o azeite. Transfira a massa para a área de trabalho e amasse-a usando o resto do azeite. Modele em forma de bola, ponha novamente na tigela, cubra e deixe crescer até dobrar de volume. Depois continue como indicado no passo 2.

Notas:
Antes que me perguntem, as sementes de nigella foram-me oferecidas. Não sei onde se encontram em Portugal.
Podem usar qualquer tipo de sementes: gergelim, papoila, abóbora, girassol. Se acontecer como aconteceu a mim, ao fatiar o pão, elas vão cair todas ;)
Este pão fica com o miolo bem aberto e uma côdea muito crocante.
Quem não participou no WBD, ainda vai a tempo, são aceites inscrições até dia 17 de Outubro, Domingo.

Bom fim de semana!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Sopa de noodles com espinafres

O Outono está aí, o frio entranha nos ossos e, para aquecer, só uma bela sopa fumegante. Esta, com caril nos ingredientes, garante aquecer corpo e alma... num instantinho :) Vi a receita no Cattelia e jurei a pés juntos que tinha que a fazer. A Manuela do Delícias e Companhia lançou o desafio das sopas e vi aqui a oportunidade de publicar esta receita. Ora aí vai!

Ingredientes:
azeite q.b.
2 peitos de galinha
2 cebolas pequenas
2 colheres (sopa) curry/caril (usei uma e já aqueceu bastante)
5 mãos de folhas de espinafres frescos ou igual quantidade de congelados
1/2 colher (chá) de noz-moscada em pó
3 cubos de caldo de galinha (não usei)
1 litro de água
sal e pimenta
noodles de ovos (usei massa de arroz)

Preparação:
Ponha uma panela em lume médio e deite azeite até cobrir a superfície. Adicione os peitos de galinha e deixe-os alourar por 5 minutos de cada lado. Remova-os e reserve.
Ponha outra panela ao lume e adicione uma colher de sopa de azeite e os espinafres lavados. Adicione a noz-moscada e mexa até os espinafres murcharem (se usar espinafres congelados, ponha-os num tacho com alguma água em lume brando). Reserve.
Na mesma panela onde alourou os peitos de galinha, coloque azeite até cobrir a superfície e aqueça em lume médio. Junte as cebolas cortadas às fatias e mexa de vez em quando. Depois de 3 minutos adicione o caril e mexa bem para envolver as cebolas. Ponha em lume baixo e deixe cozer por 5-10 minutos até as cebolas amolecerem. Mexa de vez em quando.
Noutra panela junte a água com o caldo de galinha e leve a ferver. Parta os peitos de galinha em bocadinhos, junte-os aos espinafres e às cebolas e mexa bem. Deite sobre esta mistura a água com o caldo e deixe ferver por 2 minutos. Junte a massa e deixe cozer. Rectifique os temperos, se necessário. Sirva com pão, se quiser.

Notas:
Normalmente, faço sopas numa panela só. Infelizmente, esta exige que se suje um bocadinho de loiça mas o resultado final vale bem a pena.
Usei noodles de arroz, portanto desliguei primeiro o lume e só depois juntei a massa porque ela coze rapidamente.
O caril que eu tenho é bastante "quente", com apenas uma colher obtive uma "canja" potente, cuidado com o pózinho :)
Como não usei caldo de galinha, não sujei outra panela. Apenas aqueci 1 litro de água no fervedor eléctrico e adicionei à mistura de ingredientes.
Esta sopa é apta para celíacos.

Boa semana a todos!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Brócolos com mostarda e alcaparras

É quase uma floresta no prato, uma floresta encantada, habitada por alcaparras :)

Ingredientes:
75 gr de manteiga
2 colheres (chá) de mostarda de Dijon
sumo de 1/2 limão
2 colheres (sopa) de alcaparras

Preparação:
Coloque a manteiga, a mostarda e o sumo de limão numa caçarola em lume médio.
À medida que a manteiga derrete, misture os ingredientes e junte as alcaparras.
Verta o molho homogéneo sobre os rebentos de brócolos, cozidos e escorridos.

- Suficiente para 250-500 gramas de brócolos.
- A receita é do livro "Na Cozinha com Nigella", e ela refere brócolos roxos mas eu usei os mais comuns.
- Nem eu consigo ver as alcaparras no prato mas juro que estavam lá!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Pão d'avó

Onde este pão já vai!!!
Feito em Junho, comido em Junho, esquecido na prateleira das fotografias de Junho :)
Foi feito com uma farinha rústica que a Rute, gentilmente, me enviou há muitos meses. Fica uma espécie de pão d´água com o miolo aberto e fofo e a côdea crocante. Mesmo como eu gosto! Quem não tiver esta farinha acho que pode usar farinha de centeio que ficará bom na mesma.

Poderia publicar uma sobremesa ou sugestão salgada que ainda descansam nas prateleiras de fotos, mas decidi que seria um pão para avisar que dia 16 de Outubro realiza-se a 5ª edição do World Bread Day, - Dia Mundial do Pão- e quantas mais participações... melhor :)
Para saberem como participar, por favor, visitem o blog Tertúlia de Sabores que a Moira tem lá tudo explicadinho, e ponham lá a mão na massa, liguem as vossas máquinas, comprem um pão e falem dele. É o que quiserem, mas participem!

Ingredientes:

550 gr de água morna
9 gr de sal fino
150 gr de farinha easy rustico
600 gr de farinha de trigo tipo 65
7 gr de fermento seco (ou 20 gr de fermento de padeiro fresco)

Preparação:
Caso use fermento fresco, como eu usei, desfaça-o na água morna e coloque na cuba da máquina do pão. Depois adicione as farinhas e por fim o sal. Se usar fermento seco, deite primeiro a água, sal, as farinhas e por fim o fermento.
Ligue a máquina no programa "massa" e deixe terminar.
Coloque no forno um recipiente com água e prepare um tabuleiro salpicado de farinha. Retire uma porção da massa com as mãos enfarinhadas depois do programa terminar, e coloque no tabuleiro sem amassar. Faça assim até que a massa termine e leve ao forno até estar pronto.

Notas: O meu forno não é regulável, não sei a que temperatura cozeu mas ponho sempre entre o minímo e o máximo, se é que isto vos ajuda de alguma forma :)

Boa semana!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Domingo

Depois daquele Sábado... Domingo, foi a malta passear :)

Domingo estava combinada,
Reunião com mais pessoal.
Encontramo-nos para a almoçarada,
No meio do centro comercial.

Mas ninguém me telefonava.
E já passava da hora.
Vou ficar aqui plantada,
A que se deve a demora?

De repente liga a Cenourita
Pela Titó acompanhada.
Onde andas Ameixita?
Estamos aqui, logo à entrada.

Vamos lá ter com as outras,
E ver se conseguimos almoçar.
Ainda éramos umas poucas,
Não havia espaço para sentar.

A Rute, a SandraG e a Luna,
Mais a Cenourita e Titó.
Éramos seis em suma,
Com fome de dar dó!

Fomos todos para a Vitamina
Escolher o que comer.
Que raio de molho combina?
Que se lixe, vamos ver.

Lá nos conseguimos sentar
Depois de esperar pela mesa.
Rir, comer e falar,
Chegou a hora da sobremesa.

O José chegou depois
Com o filhote a seu lado.
Os únicos homens, os dois
O filhote ficou envergonhado.

Chega mais mulherada
Manas Marques e Carolina.
Gente que não mais acabava,
E ainda faltava uma garina.

A Isabelocas telefonou
Estávamos a tomar café.
Num instante ali chegou,
Fomos dar uma volta a pé.

Sentamo-nos na esplanada
A beber algo fresquinho.
Olhem que eu chego atrasada!
Vai ser um stressinho.

Conversa puxa conversa
Ali passamos um bom bocado.
Hora da foto, vá depressa!
Nenhum sorriso forçado.

Depois foi sempre a correr
Para chegar a tempo.
Ai que eu vou perder
O comboio, que tormento!

Tudo corria apressado
Atrás de uma Ameixinha.
O comboio ainda não tinha chegado,
Que grande sorte a minha :)

Estava esbaforida
Queria despedir-me de toda a gente.
Chegou a hora da partida,
Rumo ao Norte, eu e o pente.

Queria muito agradecer
A todos pela companhia.
Foi um enorme prazer
Partilhar convosco este dia.

Já no comboio instalada
Recebo uma chamada fenomenal.
Cenourita perguntava onde eu estava
Pediu para ir ter ao Aki, na lateral.

Depois ela percebeu
Que falava com a pessoa errada
Está tudo louco, pensei eu!
Desatamos à gargalhada.

O encontro termina assim
Mais um para recordar,
Mas ainda não é o fim
Há mais encontros a organizar :)


Bom fim de semana!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Salada de couscous

Do México... com amizade :)
Foi de onde veio o livro da Marabout "Cocina Exprés", através do meu correspondente mexicano que tive o prazer de conhecer pessoalmente há uns meses atrás. É um livro ideal para quem quer refeições rápidas, fáceis e saborosas. Como nunca tinha provado couscous e, quando visitei a loja Beterraba no Algarve, tinha comprado uma embalagem de origem biológica, decidi experimentar esta sugestão. São 15 minutos a preparar e 5 de cocção, em pouco tempo podemos apreciar um delicioso prato de couscous.

Ingredientes da salada:

200 ml de caldo de galinha ou legumes
125 gr de couscous
1 colher (sopa) de manteiga
4 espargos de frasco, cortados
5 fatias finas de presunto serrano (usei salpicão), cortado em tiras
200 gr de queijo firme, Gouda Cheddar ou Edam (usei uma mistura para saladas)
1/4 de chávena de cebolinho picado finamente (usei manjericão)

Ingredientes do vinagrete (fiz metade):
9 colheres (sopa) de azeite
3 colheres (sopa) de vinagre de vinho branco
1 colher (sopa) de mostarda Dijon
sal e pimenta

Preparação:
Numa caçarola ferva o caldo de galinha. Retire do lume e junte o couscous e a manteiga. Mexa bem e deixe assimilar o caldo durante 5 minutos até que o líquido seja absorvido por completo. Deixe arrefecer à temperatura ambiente.
Para o vinagrete, numa taça, junte o azeite com um pouco de sal e depois agregue o vinagre e a mostarda. Tempere com pimenta.
Para servir, coloque o couscous numa saladeira, depois os espargos, o presunto, o queijo e o cebolinho. Misture bem e sirva com o vinagrete à parte.

Sugestões:
É uma entrada para cerca de 4 pessoas. Se servir como prato principal, dá para cerca de duas pessoas.
Personalize a salada e ofereça outras guarnições em taças pequenas como: grão-de-bico, tomates e passas.

Servi com tomate-cereja da minha colheita particular. Abençoado passaroco que ali deixou cair as sementinhas :)
Boa semana a todos!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Refresco de groselha com limão

A groselha e eu temos toda uma história que se resume a uma palavra: enjoo!
Tudo começou num belo dia em que a enjoadinha mor ainda criança, - eu mesma - foi numa curta viagem de carro com os seus pais, ajudar um casal numa mudança. À chegada já eu estava com a cabeça a andar à roda e os ouvidos a zumbir, estava com aquela cara de quem está mesmo prestes a vomitar-se e não quer ouvir nem mais um pio. Eis que alguém tem a brilhante ideia de ir tomar um café e o que é que eu vejo em cima de uma das mesas? Uma bebida da cor da groselha mas borbulhante :) Tudo aquilo borbulhou dentro de mim e o que faltava enjoar, acabou de enjoar ali mesmo.
Nunca consegui beber groselha na vida e sempre que via aquela cor, qualquer coisa dentro de mim estremecia!
Então porque fazer esta "limonada"? Porque tinha eu xarope de groselha em casa? Porque só agora resolvi enfrentar o trauma? Talvez porque tudo tenha o seu tempo, porque a garrafa de xarope de groselha foi comprada para fazer algo comestível e, isso já é outra coisa, só me fazia confusão se fosse bebível. Também porque o limão tem um grande poder sobre mim, é ácido e isso, por si só, desenfastia qualquer um :)
A sugestão veio do Paladares da Isa e eu aconselho a experimentar!

Ingredientes:
1, 5 litros de água fresca
120 ml de xarope de groselha
1 limão cortado aos bocados
Gelo q.b.

Preparação:
Coloque o gelo e o limão cortado num jarro. De seguida, coloque o xarope de groselha e a água fresca. Mexa e sirva.

Provei e optei por juntar o sumo de mais meio limão. Ficou perfeito para gozar os últimos dias de Verão e os primeiros do Outono :)

domingo, 19 de setembro de 2010

Cheesecake de frutos do bosque

Receita vinda directamente de um pacote de gelatina de origem vegetal Gelly-Já - biba a alfarroba!!!- de frutos do bosque.
Aqui há uns tempos decidi que não ia deixar aquelas amoras silvestres serem comidas pelas cabritas. Todos os dias passava pelo caminho e via as amoras penduradas, ninguém as colhia e as cabras, se comiam os limões ali perto, em breve chegariam às amoras.
Envergonhada, pedi à minha mãe que me acompanhasse, caso aparecesse alguém e me quisesse correr à paulada. Na minha mãe sei que posso confiar, porque a mulher grita ao ponto de levantar um morto :)
Ora porra, num portão ao lado estavam uns senhores trabalhadores e eu já sem saber por onde começar. A minha mãe mete conversa, os senhores dizem que as amoras não prestam. Para comer assim não - diz Amélia com voz decidida - mas em bolinhos ficam muito boas!
Sou pequenina e a minha mãe ainda mais do que eu, os senhores, simpáticos e prestáveis, apanharam algumas das amoras que estavam mais altas. São amoras que nascem das silvas, piquei-me umas quantas vezes mas valeu a pena. Obrigada aos senhores pela amabilidade. Aqui fica o uso dado a algumas das amoras ;)

Triture 150 g de bolachas digestivas. Misture com 30 g de manteiga e espalhe a massa sobre o fundo de uma forma pequena, de mola. Triture 250 g de queijo fresco (usei queijo-creme) batido em creme e adicione 1 pacote de Gelly-Já de Frutos do Bosque diluído em 3 dl de água a ferver. Deite na forma, coloque no frigorífico e deixe solidificar. Enfeite com framboesas, amoras ou morangos e sirva cortado em fatias.

Esta cor remete-me para as centrais nucleares... comida azul é muito esquisita, lembra radioactividade, mas o sabor ficou muito bom. O problema é para aqueles que também comem com os olhos :) Se assim for, sugiro uma gelatina mais "normalzinha", tipo morango ou pêssego.
E para a outra saqueta que vem na embalagem de Gelly-já, sugiro a nuvem que continua a ser a minha favorita para usar gelatina.

Bom Domingo e bom início de semana!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Espirais de canela na MFP

Ando a arrastar-me um bocadinho nas postagens e até tenho dezenas de boas sugestões para publicar. É preguiça de final de Verão e demasiados blogs para ler... parece que não resta tempo para mais nada!
O melhor do Outono não é apenas a temperatura amena, a beleza dos tons avermelhados, o aconchego de um cobertor na cama ou a poesia que um arco-íris revela. É poder ligar o forno à vontadinha e ainda usufruir do ambiente quentinho!
Mas isso não interessa nada porque eu nem sequer fiz estes rolos agora :) Isto está tudo na fila de espera até que chegue a vez de verem a luz do blog.
Então, faça-se luz e espirais com o intenso aroma da canela!

As espirais podem ser feitas no dia anterior e levadas ao forno na manhã seguinte. Eu experimentei mas achei que levedaram demasiado e acabaram por abrir mais do que eu queria. No entanto, ficaram muito saborosas. Só não fiz o glacê porque cá em casa ninguém gosta das coisas meladas. Simplesmente pincelei-as com Maple Syrup (xarope de Àcer) e, não indo dar ao mesmo, ficou bem bom ao ponto de não descansar enquanto não tivessem terminado. A receita veio do Blogchef.net.


Ingredientes da massa:
3/4 de chávena de água morna (+ 2 colheres de sopa de água)
2 colheres (sopa) de manteiga
2 1/2 chávenas de farinha
1/4 chávena de açúcar
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de fermento de padeiro ou liofilizado

Recheio:
1/3 chávena de açúcar
2 colheres (chá) de canela moída
2 colheres (sopa) de manteiga amolecida

Glacê (não usei)
1 chávena de açúcar em pó
1/2 colher (chá) de baunilha
2 colheres (sopa) de leite

Preparação da massa:
Coloque todos os ingredientes da massa na cuba da máquina do pão e ligue no programa "massa". Quando o ciclo terminar, estique a massa. Numa tigela misture o açúcar e a canela. Espalhe as duas colheres de manteiga sobre a massa e coloque por cima a mistura de canela. Enrole. Corte em fatias e ponha num tabuleiro untado. Cubra com filme plástico e deixe levedar por 1 hora. Remova o plástico e leve ao forno a 180ºC por 20 minutos.
Para o glacê é só misturar os ingredientes e aplicar.

Bom resto de semana :)

sábado, 11 de setembro de 2010

Esta gente inspira-me!

Aconteceu assim, não necessariamente por esta ordem:

Fui buscar o meu bilhete
Para ir ter a Lisboa.
No Porto puxam-me o tapete
Fiquei completamente à toa.

Mas eu não vou fraquejar
Apesar do caos instalado.
Vou à Pipoka telefonar,
Porque o comboio está parado.

Nem queria acreditar
As linhas estavam cortadas!
Quem mandou descarrilar
as carruagens carregadas?

Devolver o dinheiro?
Isso não, caro senhor!
Ficou vazio o mealheiro
Ai que me está a dar uma dor!

Troquei viagem para amanhã
Terei que me levantar de madrugada.
O que tem que ser, será!
Fui para casa meia amuada.

Meio a dormir, meio acordada
No Sábado ganhei coragem!
À lancheira agarrada
Entrei e segui viagem.

Chegada a Oriente
Já meio desorientada.
Vou buscar o meu pente,
Qué da Helena, tá atrasada?

Lá parei no passeio
Esperei que me fossem buscar.
Ali sozinha no meio
Vejo um gajo a acenar.

Dentro de um carrão
Bem disposto e sorridente,
O homem acenava com a mão
Mas eu só queria o pente!

De certeza que não era pra mim,
Seria para uma gaja mais boa.
Disfarcei, olhei pró lado, enfim!
A Helena topou que eu fiquei à toa.

Afinal, era o marido
Dentro do carro estacionado.
Deixei de lado o ar sofrido
Seguimos, sem GPS ligado.

O pic-pic era em Monsanto
No meio da natureza,
Arranjamo-nos num canto
Pra curtir toda a beleza.

Aceitei ir até Monsanto
Se houvesse um W.C.
Não faço xixi em qualquer canto,
Sou chic, querem que faça o quê?

Começaram a chegar
As miúdas do Algarve.
Toca a tralha a carregar,
Vamos lá que se faz tarde!

Alguém teve a brilhante ideia
De trazer do Ikea um carrinho
Carregou-se a geleira,
Fez cá um jeitinho!

Depois o confronto esperado
Pipoka versus Ameixinha.
Eu de cabelo despenteado
E ela tão penteadinha!

Redimida de tamanha maldade,
Sacou de um presente pra mim.
Abri o saco com ansiedade
Era lindo! À guerra pusemos fim!

Mas não me devolveu o pente,
Enfiou-o outra vez na mala.
Que se lixe, vamos dar ao dente
Mais tarde, a gente já fala!

Reunidas as gajas boas
E respectivos porta-chaves,
Fez-se um convívio de pessoas
Que já tinham saudades.

Da Helena e Pipoka já falei
A Margarida e Ana também estavam
A Moira lá encontrei
Mas Laranjinha e respectivo não chegavam.

Estavam perdidos, afinal
Foram ter a outro lugar.
Não há crise, não tem mal
Vamos mas é morfar!

A Suzana também estava a chegar,
Era a única que eu não conhecia.
Sacaram das minis para desopilar
Quem não bebia, comia!

A Carlota sempre atrasada,
Conseguiu chegar a tempo.
Vinha bem carregada
Com comida para um regimento

Faltou-nos a Gasparzinha
Que não conseguiu comparecer.
Mas 'tás cá dentro menina
O próximo encontro não vais perder.

Os petiscos não paravam de sair
Era comida até dar com um pau.
Isto é que foi curtir,
O pic-nic não estava nada mau!

Eis que aparece no horizonte,
Um maravilhoso bichinho.
Não, não era um bisonte
Mas um pequeno esquilinho.

Veio ver de perto
Aquele aroma que sentia.
Tanta comida não é correcto
E o esquilo comer não podia!

Depois de provar todas as maravilhas
Hora de levantar arraial.
Já tinham começado as cantigas
Do Tony, Quim e outros que tal.

Deixamos tudo limpinho
Como manda a boa educação.
Pipoka, passa pra cá o pentinho
Que eu dou-te um em 1ª mão!

O dia passou tão depressa
Mesmo eu estando apagada.
Mas Ameixa, vá lá confessa!
Valeu a pena levantar de madrugada.

Beijinhos, despedidas e sorrisos
Boas férias e até já
Vamos arranjar mais motivos
Para em breve voltar lá.

Lá fui eu com a Tangerina
As setas azuis seguimos.
Contornamos a esquina
Chegamos a casa, conseguimos!

À espera, já ansiosos
Tom e Muffin, os gatinhos
Lindos bichos, meus manhosos
Hoje não dormem sozinhos.

Combinamos mais tarde
Em Lisboa um cafézinho.
Estava um caos na cidade
Pra estacionar foi um corridinho.

Mas que grande ventania
Na esplanada não se está bem
O pessoal já tremia
Vamos ao Solar que está além.

O empregado ditador
Não deixou desarrumar os cadeirões
O ambiente era acolhedor
Escolheram vinho, contaram tostões.

Os cálices eram grandinhos
Será que era o preço que dizia?
Agora bebam lá os copinhos
Pra terminar bem este dia.

Deu-se uma certa constipação
A uma Tangerina Aderente
Eu estava de lenços à mão
Tratei da alma gémea doente.

Chegadas a casa finalmente!
Hora de abrir a cama pra dormir.
Estou tão feliz, já tenho pente,
Até adormeci a sorrir.

O dia seguinte prometia
Novo encontro com outras meninas
Mas isso fica pra outro dia
Vou descansar os neurónios e as vistinhas.


Alguns dos petiscos que provamos encontram-se nos seguintes links:

Bom fim de semana a todos :)

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Compota de figo com vinho do Porto

Para mim, não há nada que se compare a comer figos frescos ao natural. Porém, com tanta produção, há que armazenar para saborear mais tarde. Para isso, nada melhor do que a compota. Fiz duas mas esta, com Vinho do Porto, foi a que mais me agradou. Felizmente, as figueiras ainda produzem, a época está no fim mas, durante mais uma semana, vou comer figos frescos alternados com compota :)
Usei o programa "Doces" da MFP apesar de precisar de programar mais meia hora após o término, porque achei que ainda não estava como devia. Inspirei-me na receita que vi no blog Inspired2cook, só não usei o alecrim, fica para a próxima!

Ingredientes:
900 gramas de figos roxos ou verdes, sem pés e cortados em quartos
1 1/2 chávena de açúcar
1/4 chávena + 2 colheres (sopa) de sumo de limão
1/2 chávena de Vinho do Porto (usei 1/4 chávena)
1 pau de canela (opcional, não consta da receita original)

Preparação:
Deitar tudo na cuba da máquina do pão, programar "Doces" e esperar que o programa termine. Caso veja que ainda não está na consistência desejada, programe novamente e vá verificando até chegar ao ponto que pretende.
Guarde em frascos esterilizados, deixe arrefecer à temperatura ambiente e conserve no frigorífico até 3 meses.
Para quem não tem ou não quer fazer na MFP, coloque os figos numa panela com o açúcar, deixe repousar 15 minutos, mexendo ocasionalmente, até que a maior parte do açúcar tenha dissolvido. Junte o sumo de limão e o pau de canela ou alecrim, e leve a ferver até o açúcar dissolver completamente. Baixe para lume moderado, mexendo ocasionalmente, até a fruta estar mole e até que o líquido esteja espesso, cerca de 20 minutos. Retire o pau de canela ou alecrim, guarde em frascos esterilizados, deixe arrefecer a temperatura ambiente e guarde no frigorífico até 3 meses.

Dá para cerca de 3 frascos de compota dos comuns que se compram nos hipermercados.
O sabor do Vinho do Porto faz toda a diferença. Podem usar branco ou tinto, eu só tinha tinto e foi o que usei.
Boa semana!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Salada de courgette e milho

Não foi desta que roubei maçarocas mas não pode faltar milho no congelador, especialmente para as saladas. Neste caso decidi juntar à salada umas espirais integrais para tornar a refeição mais completa. É o suficiente para comer nestes dias de calor, sem sentir grande culpa, até porque omiti as natas que a receita do blog Pulwig pedia, substituindo-as por um vinagrete de mostarda. Maionese light também fica muito bem :) Isto tem que ser tudo levezinho porque, depois de assistir ao novo programa de Tv dedicado a quem tem o sonho de ser manequim, sinto-me uma obesa ao pé daquelas miúdas esqueléticas e desengonçadas. No fundo, sinto-me boa comó milho ao pé delas. Milho... lá está ;) E o manjericão ainda vivia feliz e contente aqui em casa!

Ingredientes:
1 courgette
1 alho-francês
1 limão
1 colheres (sopa) de manteiga (podem usar azeite)
1 chávena de milho
1/2 chávena de manjericão
1/4 chávena de natas (usei vinagrete de mostarda)
pimento verde (juntei eu, só porque me apeteceu)

Preparação:
Lave o alho-francês debaixo de água corrente, cortando-o a meio na vertical. Seque e corte-o aos pedacinhos. Corte as pontas à courgette, corte ao meio na vertical e fatie. Pique o manjericão.
Derreta a manteiga e salteie o alho-francês até ficar translúcido e amolecido. Junte a courgette e o milho. Cozinhe cerca de 3 minutos ou até que o milho fique cozido. Adicione as natas, o manjericão e o sumo do limão.

Continuação de boa semana!